Vertigem

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As vertigens ou tonturas são descritas como um atordoamento, uma sensação na cabeça que compromete a estabilidade corporal. Outras descrições falam de sensação de flutuação, de zumbido nos ouvidos ou sensação de estar zonzo.

Estes sintomas podem desencadear enjôos, quedas e o comprometimento parcial ou total do equilíbrio espacial do corpo físico. Em alguns casos mais graves podem sinalizar uma labirintite ou outras doenças do labirinto, que faz parte do ouvido interno.

As vertigens são muito comuns e não são consideradas uma doença. São apenas  sintomas indicando que algo não está normal. Muitas podem ser as causas físicas que trazem a vertigem como sintoma. Mas, dentro da visão da psicossomática existem alguns entendimentos que as posturas mentais e emocionais diante da vida e da expressão natural de um indivíduo, podem desencadear sintomas como as vertigens, enjôos e, em alguns casos, até doenças do labirinto.

Como todos estes sintomas estão vinculados às situações do equilíbrio espacial do indivíduo, o paralelo não poderia ser diferente. Pode existir internamente uma falta de harmonia com  relação ao que o indivíduo sente, necessita ou quer conquistar; uma desconexão entre os propósitos e as ações ou falta de sintonia com seus desejos e escolhas. A dúvida entre escolhas polares, esse ou aquele, também pode estar associado as vertigens pelo entendimento da psicossomática. Quando o indivíduo tem dúvidas paralisantes a respeito de duas situações, o único movimento possível aparentemente é “rodar” de um ponto ao outro.

Essa relação é tão vaga quanto são inúmeras as possibilidades de realizações e decisões de acordo com a singularidade de cada indivíduo e a partir do que a vida possibilita. Mas parece haver um fundamento nessa sugestão da psicossomática.

Somente com tempo e dentro de um processo de auto-conhecimento é possível identificar as motivações e as posturas que adotamos como normais ou “automáticas” no dia-a-dia. Entender porque paralisamos diante de algumas escolhas e acessarmos o cerne do que nos paralisa é um excelente caminho para voltar a fluir com a vida escolhendo o que é natural ou pertinente à nós.

Informações importantes:
. Florais não são medicamentos, são remédios para o autocuidado, de uso livre e sem efeitos colaterais (OMS).
. As essências florais trabalham pelo equilíbrio emocional e mental dos indivíduos, atuando no corpo físico por conseqüência desta harmonia;
. O tratamento com florais não substitui tratamentos médicos tradicionais ou vice-versa.
. As essências florais são melhor aproveitadas dentro de um tratamento terapêutico, embora a sua utilização circunstancial seja de grande benefício.
. Nunca interrompa um tratamento médico sem a anuência do seu médico.

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