Os florais são remédios para a alma, e os antigos gregos chamavam a alma de psique. Desde então, esse termo também é utilizado pelas áreas da psicologia, psiquiatria e afins.
Assim como o corpo cresce e se desenvolve de forma involuntária, a psique também constrói suas estruturas em um processo próprio, intrínseco e paralelo ao desenvolvimento corporal.

Uma das estruturas desenvolvidas pela psique é a persona, as “máscaras” ou “uniformes” que nos permitem transitar por diferentes contextos sociais. Mais especificamente, quem desenvolve as personas é o ego, outra estrutura psíquica que será abordada em outro momento.
Voltando à persona: é provável que você já tenha percebido que adota certas características e comportamentos no ambiente de trabalho que diferem daqueles que manifesta entre amigos e que, por sua vez, também se diferenciam dos que surgem em relacionamentos românticos, por exemplo. É sempre você, mas com diferentes performances adaptadas às "exigências" de cada situação. Essa capacidade de adequação é mediada pelas personas.
Na infância, a construção das personas é fortemente influenciada pelos pais, por códigos morais, culturais e sociais. Naturalmente, buscamos nos adaptar e corresponder a esses padrões. Com o tempo, no entanto, também é necessário nos desidentificarmos dessas referências e reconhecermos que não somos, e nem devemos ser, cópias fiéis das expectativas da família ou da sociedade. Somos indivíduos únicos, com uma organização e expressão próprias das nossas características.
As personas nos auxiliam na adaptação aos diversos meios sociais e continuam se modificando ao longo da vida, seja em novos trabalhos, relacionamentos, culturas ou fases de desenvolvimento, como a vida adulta, a maturidade e a velhice. Ou, pelo menos, deveriam continuar se ajustando, se estivermos falando de saúde psíquica. Quando isso não ocorre, é possível que surjam patologias mas essa é uma outra conversa, para outro momento.
O objetivo desta breve reflexão sobre as personas é relacioná-las à importância do floral Walnut, do sistema de Bach. Sua principal atuação está justamente na capacidade de adaptação. Walnut nos ajuda a manter a fidelidade à nossa essência, mesmo enquanto nos adaptamos aos diferentes grupos e contextos. Ele sustenta a individualidade frente às influências externas e, em períodos de transição, favorece a flexibilidade interna necessária para lidar com as mudanças.
Como a persona tem, em sua base arquetípica, a função de adaptação, Walnut é um grande aliado daqueles florais que, como costumo brincar, “deveriam estar em todas as fórmulas”.
Quer melhor adaptação? Pense em Walnut.
Quer saúde mental? Pense também em terapia floral.
Ana Roxo
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